Itália

Capitais De Piemonte E Ligúria

6 Dias

Visitando: Turim, Impéria, Génova, Portofino E Cinque Terre

1º Dia - LOCAL DE PARTIDA / PORTO ou LISBOA / MILÃO / TURIM
Partida de local e hora e indicar em autocarro de turismo e transporte ao Aeroporto. Formalidades de embarque assistidas por um Delegado da GeoStar e partida em voo de carreira regular com destino a Milão com mudança de avião em cidade da Europa. Chegada, formalidades de desembarque e transporte ao centro de Milão para visita panorâmica da cidade, com paragem no Duomo. Com os seus 167 metros de comprimento e 92 de largura, é o maior e mais impressionante edifício gótico católico de Itália e a terceira maior Catedral do mundo. No alto de um dos muitos pináculos e torres, encontra-se a estátua de Nossa Senhora, revestida por 3.900 folhas de ouro, a que os milaneses chamam carinhosamente a Madonnina, e que dizem estar a guardar a cidade. Paragem ainda nas famosas Galerias Vítor Emanuel e passagem pelo Teatro Scala. No fim da visita, viagem até Turim. Transporte ao Hotel. Instalação, jantar e alojamento.

2º Dia - TURIM
Pequeno almoço no hotel e saída para visita da cidade, com especial destaque para: o Palácio Real (um ícone da cidade e um monumento à obra da Casa de Saboia em Itália. Grandes escadarias, esplêndidas tapeçarias e um arsenal de armas históricas fazem do palácio um lugar interessante para se visitar), o Palácio Madama (hoje Museu de Arte Antiga, a sua fachada barroca e as suas torres medievais, na parte traseira, iludem um olhar mais distraído, parecendo tratar-se de vários palácios e não um só, como de facto acontece), a Igreja de São Lourenço (datada de 1666, uma das mais belas igrejas da cidade, considerada uma obra prima do barroco). Almoço em restaurante local. De tarde, visita à Catedral de S. João Baptista e Capela do Santo Sudário (único exemplo de arquitetura sacra renascentista da cidade) e o Museu Nacional do Cinema (único em Itália, e que dizem ser dos mais importantes no mundo. É de certeza o mais alto museu de cinema do mundo, pois encontra-se instalado no interior de vários andares da “Mole Antonelliana”, de Turim, símbolo da cidade. Aberto desde 2000. Com uma área de 3.200 metros de percurso de exposição, este museu articula-se em cinco grandes espaços: “Arqueologia do Cinema”, “A Máquina do Cinema”, “A Coleção de Cartazes”, “A Vídeo Instalação” e “A Grande Aula do Tempo”). Regresso ao hotel. Jantar e alojamento.

3º Dia - TURIM / IMPÉRIA / GÉNOVA
Pequeno almoço no hotel e saída em direção a Impéria, esta região caracteriza-se pelas suas duas faces culturais. A cidade de Impéria, capital da província com o mesmo nome, nasceu da união entre duas povoações, “Oneglia” e “Porto Maurizio”. Passeando pelas suas ruas ainda é possível diferenciar claramente as suas duas personalidades. O rio Impéria, que dá o seu nome à nova cidade, separa as duas margens muito diferenciadas: a de “Porto Maurizio” mostra uma cidade mais antiga com um importante centro histórico medieval, já a de “Oneglia” exibe uma cidade muito mais moderna. Chegada e visita da cidade, com especial destaque para a Catedral de S. Maurício (projetada pelo arquiteto Gaetano Cantoni, a catedral foi inaugurada em 1781. Foi concluída e consagrada em 1838. É o maior monumento neoclássico da Ligúria e certamente é sua maior igreja. Tornou-se “Basílica Menor” em 1947 e “Concatedral” em 1975); a Praça da Catedral e a “Loggia della Pescaria” (construída em memória do vitorioso Napoleão num projeto do arquiteto M. de Tommaso em 1807, sendo hoje usado como mercado); passaremos pelas ruas estreitas e teremos uma visita dos muitos Palácios antigos do lado de Porto Maurício. Na parte de “Oneglia” poderemos ver o seu centro histórico e comercial, no verão, esta parte da cidade vive do mar com as praias e o porto comercial e pesqueiro. Almoço em restaurante local. No fim da visita, continuação por Savona (do alto do porto de Savona, a fortaleza de Priamar saúda cada partida e chegada dos vários navios de cruzeiro que navegam no Mediterrâneo. O porto de Savona é um dos mais bonitos da Riviera italiana. O ótimo clima, com verões não muito quentes e invernos suaves, bem como a excecional beleza do mar próximo à cidade, tornam Savona um excelente ponto de partida para descobrir a Ligúria. Savona é conhecida pela fortaleza de Priamar, que a domina desde o século XVI, mas também por seu centro histórico, onde se pode visitar a Catedral de Assunta), breve giro panorâmico pela cidade e continuação até Génova. Chegada e instalação no hotel. Jantar e alojamento.

4º Dia - GÉNOVA
Pequeno almoço no hotel. Em hora a indicar, saída para visita da bela cidade de Génova (única no seu estilo pelo carácter multicultural que a distingue, é famosa pelos tesouros escondidos que podem ser descobertos nos recantos mais inesperados, muitos dos quais são pouco conhecidos. Embora conserve a alma de uma realidade medieval e concentrada, a cidade é muito maior do que parece à primeira vista, e é fácil, além de fascinante, correr o risco de se perder entre os seus “caruggi” (estreitas ruas pedonais e as suas praças). Visita da cidade, com especial destaque para: “Piazza Banchi” (localizada próximo a uma das docas mais importantes da cidade, já foi o antigo mercado de grãos de Génova e era conhecido como piazza "dei banchi" no século XII devido às barracas dos cambistas localizadas sob os pórticos de os vários edifícios.A praça foi destruída por um terrível incêndio em 1398 e, somente no século XVI, as obras de restauração foram concluídas; este trabalho também incluiu a construção de uma Loggia dei Mercanti (loggia do comerciante) projetada por Andrea Ceresola, conhecida como il Vannone, para fornecer um local coberto para banqueiros e cambistas que trabalham na área. Em 1855, tornou-se o local da primeira Bolsa de Mercadorias e Valores da Itália. À direita da Loggia, a Igreja de San Pietro in Banchi é um exemplo único de um edifício religioso localizado sobre estabelecimentos comerciais, curiosamente combinando o sagrado e o profano. A igreja foi construída graças à receita da venda dos espaços comerciais, permitindo um compromisso a ser alcançado entre a vontade da família Lomellini - que queria que a área fosse usada para comércio - e a vontade do povo, que queria construir uma igreja para cumprir um voto); continuaremos em torno da Praça e nas ruas circundantes, para podermos apreciar o fervor religioso de uma cidade que escolheu a Virgem Maria como Rainha, deixou vestígios importantes em particular nas “Madonnettes”, os antigos nichos votivos que as corporações de mercadores e artesãos construíram nas casas, e nas portas de tema religioso, como por exemplo a Adoração dos Magos (metade do século XV, escola de Gagini) na Via Orefici; a poucos passos, na praça Cinque Lampadi, encontramos as casas Fieschi, que evocam a vida e obra de uma Santa genovesa: Caterina Fieschi Adorno, cujos restos não corrompidos repousam na igreja que leva seu nome, no distrito de Portoria; A Catedral de San Lorenzo fica a poucos passos de distância: ela preserva as Cinzas de São João Batista, o padroeiro da cidade, enquanto no Museu do Tesouro - uma obra-prima museográfica de renome internacional, que fica ao lado da catedral - tesouros sagrados contam histórias maravilhosas que se transformam em lendas: desde o Sacro Catino, relíquia da Última Ceia, ao Prato que, segundo a tradição, teria recebido a cabeça de S. João Batista, à preciosa Cruz de Zacarias, passando por admiráveis relicários processionais; um pouco mais adiante ergue-se a “Chiesa del Gesù e Sant'Ambrogio” (Igreja de Jesus e Santo Ambrósio) (originária do século VI), reconstruída no século XVII pela nobre família Pallavicini, que preserva, em esplendor barroco, obras de arte particularmente preciosas, entre as quais a circuncisão de PP Rubens colocada acima do altar-mor; a Igreja de São Donato, na encosta da colina da primeira comunidade genovesa, é um exemplo muito interessante da arquitetura românica, com a sua bela torre sineira octogonal, aqui se pode ver o magnífico tríptico do pintor flamengo Joos van Cleeve representando A Adoração dos Magos (1515); no topo da colina, muito perto da Torre dos Embriaci que nos lembra a família que se destacou durante as Cruzadas, a monumental Basílica de Santa Maria di Castello, cuja origem é anterior ao século VII, forma com o convento dominicano situado ao lado, um complexo de extraordinária importância; visita ainda ao Galata Museu do Mar (o maior museu marítimo do Mediterrâneo, instalado no edifício mais antigo do arsenal da República, que chegou até nós: o Galata. No século VXII, as galés genovesas foram lá construídas. Hoje, é um local que nos permite voltar aos rastros do passado e descobrir a relação secular entre o homem e o mar. Uma instalação inovadora, que apresenta uma galera genovesa do século XVII reproduzida fielmente, uma brigue-escuna do século XIX, uma sala de tempestades, uma exposição dedicada aos “Transatlânticos italianos” e mais de 6.000 objetos originais, contando assim a fascinante aventura do homem no mar, de Cristóvão Colombo ao transatlântico Rex. Almoço em restaurante local durante as visitas. Jantar e alojamento no hotel.

5º Dia - GÉNOVA / CINQUETERRE / PORTOVENERE / LA SPEZIA / GÉNOVA
Pequeno almoço no hotel e, em hora a indicar, saída para Levanto. Embarque em barco para passeio à região de Cinque Terre (que faz parte integrante do Parque Nacional de Cinque Terre, Declarado pela UNESCO Património da Humanidade e que é composto pelas seguintes cinco povoações: Monterosso a Mare, Vernazza, Corniglia, Manarola e Rio Maggiore). Visita a três das encantadoras povoações que compõem a região: Monterosso a Mare - a parte antiga de Monterosso é dominada pelas paredes da antiga fortaleza, os restos do Castelo Fieschi e a Torre Aurora. Outras características de destaque são a Igreja de São João Baptista (construída entre 1244 e 1307) e o Mosteiro dos Capuchinhos (século XVII), visível em toda a zona. Como todas as outras aldeias de Cinque Terre, Monterosso tem casas coloridas e becos estreitos. A vila moderna estende-se ao longo da costa do promontório de San Cristóforo até Punta Mesco. Aqui poderá ser visto um animado passeio marítimo e, como já foi dito, a melhor praia da zona. Perto da praia de Fegina fica também a enorme estátua de Neptuno - ou simplesmente “O Gigante” - um colosso de concreto e ferro construído por Arrigo Minerbi e Francesco Levacher no início do século XX. A escultura dá a ilusão de sustentar as falésias, mas originalmente carregava nos ombros uma concha muito grande que nada mais era do que o sumptuoso terraço da Villa Pastine. Infelizmente, tanto “O Gigante” quanto a vila foram severamente danificados por bombardeios durante a Segunda Guerra Mundial e pelas tempestades no mar em 1966. Hoje, muito pouco resta da bela vila Art Nouveau enquanto uma perna, os braços e o tridente de Neptuno estão também ainda por refazer; Vernazza - a cidade fortificada é mencionada em documentos que começaram em 1080 e serviu como base militar / naval para os Marqueses de Obertenghi enquanto trabalhavam para defender a costa dos ataques dos piratas sarracenos que frequentemente devastavam as pequenas cidades à esquerda e à direita. Nos duzentos anos seguintes, Vernazza foi a chave para a conquista da Ligúria por Génova, fornecendo porto, frota e soldados. A cidade é considerada um dos lugares mais bonitos de Cinque Terre, rodeada por rochas, mar e salpicada de casas altas multicoloridas no estilo genovês. É famosa pela sua praça e pelo porto, que não tem igual em nenhuma outra vila de Cinque Terre; Manarola - construída sobre uma rocha alta, 70 metros acima do nível do mar, é uma das aldeias mais charmosas e românticas de Cinque Terre. O pequeno porto possui uma rampa para barcos, pitorescas casas multicoloridas de frente para o mar e uma pequena praça com típicos restaurantes de frutos do mar. Aqui poderemos ver a Igreja de S. Lourenço construída em 1338 em estilo gótico típico da Ligúria. Continuação do passeio até Porto Venere, que apesar de já não fazer parte de Cinque Terre mantém muitas das características das povoações da região. Empoleirada no promontório ocidental do Golfo dei Poeti, as casas sinuosas de sete e oito andares em frente ao porto de pesca formam uma cidadela quase inexpugnável ao redor do Castelo Doria. O seu pitoresco porto, está repleto de casas de cores vivas, enquanto as estreitas ruas medievais repletas de lojas sobem a colina do antigo portão da cidade ao castelo. Almoço em restaurante local durante as visitas. As visitas de barco poderão ser substituídas pela visita às mesmas povoações, mas em comboio, se o mar estiver agitado (os autocarros não chegam a nenhuma das povoações e a circulação automóvel é limitada). Continuação até La Spezia. Desembarque, mudança para o autocarro e viagem até Génova. Jantar e alojamento no hotel.

6º Dia - GÉNOVA / MILÃO / PORTO OU LISBOA / LOCAL DE PARTIDA
Pequeno almoço no hotel. Em hora a informar, viagem até ao Aeroporto de Milão. Formalidades de embarque e partida com destino a Lisboa ou Porto em voo com escala em cidade da Europa. Chegada. Formalidades de desembarque e continuação da viagem até ao local de origem.

 

 

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