Itália - Veneza, Emília Romanha, San Marino e Florença

6 dias de viagem

1º Dia - LOCAL DE PARTIDA / PORTO ou LISBOA / VENEZA
Partida de local e hora e indicar em autocarro de turismo e transporte ao Aeroporto. Formalidades de embarque assistidas por um Delegado da GeoStar e partida em voo de carreira regular com destino a Veneza com mudança de avião em cidade da Europa. Chegada, formalidades de desembarque e saída para o cais de Veneza. Partida em barco com destino à Praça de S. Marcos, em Veneza (ilha). Visita panorâmica desta cidade mundialmente famosa, com destaque para a Praça e Basílica de São Marcos, o Palácio Ducal e a Ponte dos Suspiros. Jantar em restaurante no centro de Veneza. Após o jantar, partida em barco com destino a Veneza Mestre. Instalação no hotel e alojamento.

2º Dia - VENEZA / PÁDUA / RAVENA
Pequeno almoço no hotel e saída com destino a Pádua, chegada e visita panorâmica da cidade. Merece particular destaque a Basílica de Santo António, em cuja arquitetura é notória a influência bizantina, e onde se encontra o túmulo do Santo português, que aqui pregou e morreu. Visita à capela onde se encontram as relíquias de Santo António e ao claustro. No fim da visita, continuação até Ravena. Chegada e almoço em restaurante local. De tarde, visita desta maravilhosa cidade de Itália, capital da província com o seu próprio nome. Situa-se a 7 km do mar Adriático, na planície do canal Corsini. Foi, no passado, um grande centro comercial. Os romanos utilizaram-na como ponto estratégico na rota litoral a partir do século III. Tornou-se quartel-geral de César entre os anos 53 e 50 a. C., e Classis, o seu porto, foi lugar de estabelecimento de uma das duas grandes frotas do Império Romano. No século II tornou-se capital de Flamínia e no século IV de Emília. Em 402, o imperador Honório promoveu-a a capital do Império Romano do Ocidente, para facilitar os contactos marítimos com o Oriente. Odoacro entregou a cidade a Teodorico, rei dos Ostrogodos, em 493, tendo sido o local escolhido para fixar a residência real. Tomada em 540 pelas tropas bizantinas de Belisário, tornou-se a capital do exarcado bizantino. Ravena submeteu-se a Roma em 568. Foi conquistada em 752 pelos lombardos, tendo sido recuperada logo de seguida por Pepino, o Breve. Até ao século XII esteve sob o poder dos arcebispos de Ravena e a partir do século XIII foi governada pela família Polenta. De 1441 a 1509 pertenceu aos venezianos e desde 1797 à República Cisalpina. Em 1815 voltou às mãos dos Estados Pontifícios e em 1860 foi incorporada no reino de Itália. Possui alguns dos mais emblemáticos monumentos da arte paleocristã e bizantina: o mais antigo é a Catedral, construída no século V e que alberga a famosa cadeira episcopal de marfim com relevos de 550; a Igreja de São Vital construída entre 526 e 547, edifício de planta centralizada coberto de cúpula assente sobre colunas; a Igreja de Santo Apolinário Novo, mandada construir por Teodorico em 504; o Templo de S. João Evangelista mandado construir pela imperatriz Gala Placídia, em 425, apresentando um conjunto de frescos posteriores da autoria de Giotto; o Mausoléu da mesma Imperatriz de 440 é um dos mais acabados exemplos de arquitetura em baldaquino e planta centralizada octogonal própria de um espaço de tumulação; Santo Apolinário in Classe (549), situado nos arredores da cidade, constitui um dos melhores exemplos de edifício de planta basilical do período paleocristão com nártex, cripta e decoração interior em mosaicos e mármore; Santa Maria della Rotonda, alberga o túmulo de Teodorico; o Palácio Episcopal e o túmulo de Dante Alighieri. Os chamados Monumentos paleocristãos de Ravena constituem uma área classificada Património Mundial pela UNESCO. Transporte ao hotel no fim das visitas. Jantar e alojamento.

3º Dia - RAVENA / RIMINI / SAN MARINO / RAVENA
Pequeno almoço no hotel e saída em direção a Rimini, cidade da Costa Adriática e uma das mais famosas estâncias balneares de Itália. Com os seus 15km de praias, é uma cidade com uma grande atividade de restaurantes, bares e discotecas. Panorâmica da cidade e viagem até à República de San Marino (Sereníssima República de San Marino), que, segundo se diz, foi fundada pelo próprio São Marino, por volta do ano 301, como uma comunidade de cristãos perseguidos pelo imperador romano Diocleciano. Por ser um território independente, San Marino tem, ao longo da história, acolhido refugiados, como foi o caso de Garibaldi e seus amigos durante as guerras pela unificação da Itália e de dezenas de milhares de pessoas durante a Segunda Guerra Mundial. Pelo mesmo motivo, para entrar em San Marino é necessário a identificação e pagar uma pequena taxa a título de “visto turístico”. O acesso ao centro histórico da capital (que também se chama San Marino) se dá pela Porta del Paese, um posto de controlo construído em 1361. Visita da cidade e dos monumentos mais marcantes: na parte alta da cidade, a Basílica do Santo, que preserva as relíquias do Santo Fundador e que é palco de algumas cerimónias institucionais; junto ao portão principal de entrada do centro histórico, podem-se encontrar a Igreja de S. Francisco com uma galeria fotográfica adjacente do século XIV; a Igreja dos Capuchinhos e o Museu de Estado de San Marino, que se encontra no Palácio Pergami que foi recentemente restaurado; a “Piazza della Libertà”, é o centro da vida institucional do país, aqui está o Palácio Publico (1894), sede do grande Conselho Geral (o Parlamento) que foi restaurado no seu centenário, pelo arquiteto Gae Aulenti e que reabriu em 1996. Almoço em restaurante local durante as visitas. De tarde, em hora a indicar, regresso ao hotel em Ravena. Instalação, jantar e alojamento.

4º Dia - RAVENA / BOLONHA / FLORENÇA
Pequeno almoço no hotel e saída em direção a Bolonha. Chegada e visita panorâmica desta acolhedora e fascinante cidade, rica em arte e cultura. É conhecida por vários epítetos como “a vermelha”, pela cor dos telhados do seu centro histórico, “a douta” porque é sede de uma das Universidades mais antigas e prestigiadas do mundo, e “a gorda” pela riqueza da sua gastronomia. A cidade ramifica-se a partir da sua Piazza Maggiore, na qual se encontram os edifícios mais importantes, como a Basílica de S. Petrónio. Vista ainda da Basílica de S. Domingos, construída para albergar os restos mortais do santo, que se encontram num túmulo a que chamam “Arca di San Domenico”, ricamente decorado por alguns dos melhores pintores italianos como Pisano e Michelangelo, no início da sua carreira artística. Salientamos ainda as Torre Garisenda, cuja inclinação obrigou a uma intervenção para evitar uma derrocada, e a Torre degli Asinelli, menos inclinada, e que tem cerca de 100m de altura, sendo uma das maiores de Itália. Almoço em restaurante local durante as visitas. De tarde, em hora a indicar, continuação da viagem até Florença. Chegada e transporte ao hotel. Instalação, jantar e alojamento.

5º Dia - FLORENÇA
Pequeno almoço no hotel e, em hora a indicar, saída para visita panorâmica desta cidade única no mundo pela riqueza das suas obras de arte e pela sua elegância aristocrática, berço da língua italiana, mãe do Humanismo e do Renascentismo. Merece particular destaque a “Piazza della Signoria”, centro da vida florentina há mais de dez séculos, onde se poderá ver o “Palazzo Vechio”, a “Loggia della Signoria” e a “Ponte Vecchio”, estrutura medieval ocupada pelas famosas ourivesarias. Segue-se a visita à Basílica de Santa Maria la Novella (entrada incluída), obra dos dominicanos erguida entre os séculos XIII e XV, a Catedral de Santa Maria dei Fiori (entrada incluída), também designada por Duomo, onde destacamos a magnífica cúpula de Brunelleschi, o campanário e o batistério octogonal, obra de Ghiberti, com as suas portas de bronze a que Miguel Ângelo chamou “Portas do Paraíso”, a Igreja de Santa Cruz (entrada incluída), datada de 1294, com frescos de Giotto, e onde se encontram os túmulos de Miguel Ângelo, Maquiavel, Galileu, e do compositor Rossini, o Palácio Pitti, na margem do Rio Arno, protótipo do estilo palaciano renascentista, e a Igreja de S. Lourenço, com a Capela dos Médici, uma das maiores e certamente a mais antiga de Florença, edificada no século IV. Para além da magnífica estrutura arquitetónica podemos observar obras de arte de artistas italianos de renome. Entre as visitas, poderemos apreciar o Mercado Novo, também designado por Mercado da Palha, que data de meados do século XVI. Almoço em restaurante local durante as visitas. Ao fim da tarde, transporte ao hotel. Instalação, jantar e alojamento.

6º Dia - FLORENÇA /PORTO OU LISBOA / LOCAL DE PARTIDA
Pequeno almoço no hotel. Em hora a informar, transporte ao Aeroporto. Formalidades de embarque e partida com destino a Lisboa ou Porto em voo com escala em cidade da Europa. Chegada. Formalidades de desembarque e continuação da viagem até ao local de origem.

 

 

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